Com previsão para ser anunciada em outubro, a iniciativa deve se tornar um projeto de lei. De acordo com o órgão, simples recomendações são consideradas frágeis e a imposição de regras mais rígidas é vista como necessária para obter resultados efetivos. O ministro da Educação, Camilo Santana, citou dados da UNESCO que destacam a importância de restrições ou até mesmo do banimento total do uso de celulares nas escolas, apontando estudos que indicam dificuldades de aprendizado associadas a essa prática.
“Nosso objetivo é proporcionar às redes de ensino segurança jurídica para que possam implementar ações que estudos internacionais já demonstraram ser mais eficazes no sentido do banimento total dos celulares nas escolas”, explicou o ministro.
A discussão sobre os impactos do uso excessivo de telas e dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes tem ganhado relevância nos últimos anos, à medida que os problemas relacionados a esse comportamento se tornam mais evidentes. Com o foco no ambiente escolar, o Ministério da Educação busca agir de forma proativa para mitigar os efeitos negativos dessa prática na educação e no desenvolvimento dos alunos.
Diante desse cenário, a expectativa é de que o banimento dos celulares nas escolas se torne uma realidade em breve, visando promover um ambiente mais propício ao aprendizado e ao bem-estar dos estudantes.
