Em uma cerimônia de entrega de casas em Maceió, o presidente Lula reafirmou seu comprometimento em erradicar o déficit habitacional no Brasil, enfatizando que cada cidadão deveria ter um lar. O presidente qualificou o Minha Casa, Minha Vida como o maior programa habitacional da história do país e destacou a necessidade contínua de expansões, alertando que a pausa nas construções apenas aumenta o número de pessoas sem teto.
Simultaneamente, o Governo brasileiro se comprometeu a contratar duas milhões de novas unidades de habitação. Com o alcance dessa meta um ano antes do previsto, o foco agora é elevar o número de contratações para 3 milhões até o final de 2026. Entre 2023 e o início de 2026, Alagoas viu 37,6 mil unidades habitacionais contratadas, com um investimento total de R$ 4,9 bilhões.
Além de atender às necessidades habitacionais, o programa também tem gerado um impacto significativo no setor da construção civil, servindo como motor do mercado. Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, o Minha Casa, Minha Vida não só realiza o sonho da casa própria, mas também cria empregos, com cerca de 85% dos lançamentos imobiliários no Brasil sendo originados por esse programa.
Reimplementado em 2023, o Minha Casa, Minha Vida introduziu um novo marco legal que ampliou o acesso à moradia digna e favoreceu a sustentabilidade urbana, possuindo um impacto em 88% dos municípios brasileiros. As prioridades do programa focam em famílias em situação de vulnerabilidade, com subsídios de até 95% para rendas de até R$ 2.850. Além disso, novas faixas de renda foram criadas para atender diferentes perfis econômicos, movimentando ainda mais a cadeia produtiva da construção civil e garantindo milhares de empregos.
