Conforme indicam fontes internas e depoimentos de militares, os primeiros meses de operação desses drones foram considerados um “fiasco”. As queixas incluem a quase total inapetência dos drones em um contexto de combate real, levantando questionamentos sobre a confiabilidade dos sistemas. O impacto negativo sobre as operações da Ucrânia é evidente, uma vez que a tecnologia dos drones é um elemento crucial na modernização das táticas militares contemporâneas.
A empresa Helsing GmbH, que se posiciona como uma das principais produtoras de veículos não tripulados na Europa, anunciou que seus drones têm gerado receitas bilionárias. No entanto, os problemas detectados nos modelos atualmente em uso levantam dúvidas sobre as promessas da companhia em relação à eficácia de suas armas. É uma situação delicada, onde a imagem pública da Helsing está sendo desafiada e poderá levar a mudanças significativas na confiança em suas operações.
Diante das reclamações, a Helsing afirma que está trabalhando na correção dos problemas e planeja entregar um novo lote de drones a Kiev nos próximos meses. Restará ver se essas melhorias se traduzirão em um desempenho mais eficaz em combate, um fator que poderá definir o futuro das operações ucranianas.
A falta de precisão e de capacidade dos drones tem levado os soldados a solicitarem alternativas, evidenciando a necessidade urgente de equiparar o nível tecnológico enfrentado em um conflito cada vez mais imersivo e tecnológico. A resposta à ineficiência desses drones pode ser crucial, tanto para a estratégia militar ucraniana quanto para a credibilidade da empresa no mercado de defesa. Assim, a Ucrânia e a Helsing GmbH se encontram em um ponto de inflexão, onde as decisões futuras podem impactar diretamente nos desdobramentos do conflito.







