A caminhada, que começou em 19 de setembro, teve como principal reivindicação a anistia ao ex-presidente Bolsonaro e aos condenados pelos eventos de 8 de janeiro. Nos momentos finais do trajeto, Nikolas fez questão de usar um colete à prova de balas, o que evidencia a tensão política que permeia o cenário nacional.
No entanto, o evento não foi apenas cercado de fervor político. A forte chuva que caiu sobre a capital federal trouxe consigo um episódio alarmante. Um grupo de participantes que se encontrava próximo ao Memorial JK foi atingido por um raio. As vítimas receberam os primeiros socorros e foram imediatamente encaminhadas a hospitais da região, cobrindo um dos momentos mais sombrios da marcha.
A mobilização contou com a presença de várias figuras públicas, incluindo o padre Kelmon e o ex-vereador Carlos Bolsonaro, além de outros parlamentares como o senador Marcos do Val e os deputados Zé Trovão, Filipe Barros e Carlos Jordy. A atmosfera entre os participantes era de celebração e resistência, refletindo a busca por um espaço político que, segundo os organizadores, está em risco.
Antes de alcançar o destino final, Nikolas Ferreira compartilhou em suas redes sociais que o objetivo principal da caminhada já havia sido cumprido. Ele expressou seu desejo de despertar a população para a luta pela liberdade, afirmando com entusiasmo que “o Brasil acordou”. A mensagem foi amplamente repercutida e ecoada nas redes sociais por figuras políticas como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Ele também elogiou o ato, citando Winston Churchill e reafirmando valores fundamentais como liberdade e justiça, que segundo ele, uniram os participantes na luta por um ideal comum.
O evento, permeado por momentos de alegria e adversidade, ilustra a complexidade do cenário político atual, onde fervor e tragédia coexistem em meio a uma mobilização que busca ecoar em cada canto do país.






