Michelle aborda a repercussão da crise venezuelana, enfatizando seu impacto desproporcional sobre grupos vulneráveis, como mulheres, pessoas com deficiência e imigrantes que buscam abrigo no Brasil. As condições adversas enfrentadas por esses indivíduos têm sido consequência direta da instabilidade política e econômica vivida na Venezuela, conforme enfatiza.
Além disso, a ex-primeira-dama critica a passividade de lideranças e governos que, em sua opinião, foram coniventes com o regime de Maduro. Ela faz uma menção específica ao atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, a quem atribui um histórico de aliança com os líderes chavistas. Essa referência sugere uma crítica ao posicionamento político do governo brasileiro em relação à crise na Venezuela.
Michelle finaliza sua declaração com um apelo por uma transição pacífica de poder no país vizinho, esperando que isso possa trazer alívio à população afetada. Com um tom esperançoso, ela também inclui orações pela Venezuela, desejando que a nação encontre um caminho para a recuperação e a paz, enquanto expressa seus anseios para que o Brasil continue a enfrentar suas próprias adversidades de maneira digna.
A intervenção de Michelle Bolsonaro no debate sobre a Venezuela se soma a uma série de declarações de figuras políticas brasileiras sobre a situação conturbada no país, refletindo a complexidade das relações internacionais na América Latina e o impacto que essas crises têm sobre os países vizinhos, especialmente na questão dos refugiados e de direitos humanos.







