Em sua publicação, Michelle mencionou: “O quarto segue trancado. Quando a segurança era feita apenas pela Polícia Federal, a porta permanecia aberta, mas agora, com a atuação da Polícia Penal Federal, isso não é mais possível”. Ela expressou temor sobre a possibilidade de Bolsonaro cair novamente, dado que, conforme seu relato, o ex-presidente já havia se acidentado na madrugada anterior, quando bateu a cabeça em um móvel dentro da cela. O incidente ocorreu em um momento em que o quarto se encontrava fechado, e ele só recebeu atendimento horas depois, durante a visita de Michelle.
A queda, que resultou em um traumatismo leve, gerou uma resposta rápida do sistema judiciário. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou sua saída para exames no hospital DF Star, em Brasília. O deslocamento foi realizado sob escolta das forças de segurança, incluindo a Polícia Militar e a Polícia Penal. Durante os exames, foram realizadas tomografias e ressonâncias que confirmaram a existência de um traumatismo craniano leve, além de outras especificações clínicas que os médicos devem investigar.
O ex-presidente cumpre uma pena de 27 anos e três meses por sua suposta liderança em uma tentativa de golpe de Estado. A situação do ex-mandatário aumenta as tensões no cenário político e social do país, deixando seus apoiadores preocupados em função de sua saúde e das medidas de segurança adotadas durante sua reclusão. Michelle, ao se dirigir ao público, não só expressou sua preocupação com a saúde do marido, como também questionou o tratamento a que ele está sujeito, reforçando um ambiente de incertezas e críticas em relação ao sistema prisional vigente.







