Os dados sobre as mortes e desaparecimentos de brasileiros na Ucrânia foram coletados junto ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Atualmente, estima-se que outros 44 brasileiros estejam desaparecidos na região, exacerbando a angústia de familiares e amigos. O Itamaraty tem reiterado a sua posição contrária ao alistamento voluntário em forças armadas estrangeiras, alertando os cidadãos sobre os perigos associados a essa decisão.
Em um comunicado emitido no final de 2025, o ministério enfatizou os riscos de se envolver em conflitos armados fora do país, incluindo a possibilidade de persecução legal. O crescente número de brasileiros perecendo ou se encontrando em situações difíceis para deixar zonas de combate tem gerado preocupações significativas. Muitos deles estão amarrados a contratos com entidades estrangeiras, o que complicam ainda mais suas condições de retorno.
Além disso, as autoridades brasileiras destacam que a assistência consular nessas circunstâncias é muitas vezes limitada. Os contratos firmados pelos mercenários podem restringir a capacidade do governo em oferecer suporte efetivo e, em casos mais extremos, os cidadãos podem ficar sem qualquer possibilidade de retorno ao país. Isso reforça a recomendação das autoridades emnão aceitar propostas de trabalho ou convites que impliquem participar de exércitos estrangeiros.
O cenário se torna ainda mais desolador à medida que os relatos de brasileiros perdendo suas vidas se multiplicam, deixando um rastro de dor e desespero em suas comunidades. O apelo das autoridades é claro: evitar alistamentos e contribuir para a redução das tragédias que afetam as famílias brasileiras que veem seus entes queridos se envolverem em guerras cada vez mais distantes e perigosas.







