Logo após o disparo, o menino foi prontamente atendido na Clínica da Família da Maré. De lá, ele foi transferido para o Hospital Getúlio Vargas, onde seu estado é considerado estável. O ocorrido destaca não apenas a tragédia pessoal enfrentada pelo garoto, mas também as implicações mais amplas da violência que permeia a comunidade.
A operação policial que resultou na tragédia visava a Vila do João e teve como desdobramento a morte de três suspeitos, além da detenção de um homem e a apreensão de diversas armas. No entanto, o tiroteio desestabilizou a rotina da escola, resultando na suspensão das atividades educativas e na interrupção dos serviços de saúde nas proximidades, gerando um clima de pânico entre os moradores.
A Secretaria Municipal de Educação manifestou sua preocupação diante do ocorrido, enfatizando que as escolas devem ser ambientes seguros e protegidos da violência que aflige a região. Em um comunicado, a secretaria solicitou uma investigação minuciosa sobre a origem do disparo que feriu o aluno.
As cenas de desespero e incerteza evidenciam um quadro preocupante na Maré, onde a presença constante de confrontos armados levanta questões sobre a segurança de crianças e adolescentes em ambientes que deveriam oferecer proteção e aprendizado. As autoridades locais estão mobilizadas para apurar os fatos e garantir que incidentes como esse não voltem a ocorrer, enquanto a comunidade clama por um futuro mais seguro e pacífico.
