Menino de 10 anos baleado no DF recebe alta da UTI e segue tratamento no Hospital da Criança após tiroteio em bar.

Em uma triste e chocante ocorrência no Puxadinho Gastro Bar, localizado no Riacho Fundo 2, um menino de apenas 10 anos foi baleado na cabeça no dia 13 de outubro. O autor dos disparos foi identificado como Felype Barbosa da Silva, de 27 anos, que agiu após ser impedido de sair do estabelecimento sem pagar a conta pelo segurança Jorny Thiago Abreu Adorno, de 23 anos. O desfecho trágico resultou na morte do segurança no local e outras quatro pessoas também foram atingidas, incluindo a mãe do menino ferido.

O menino, que precisou ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base, felizmente recebeu alta da UTI e foi transferido para o Hospital da Criança (HCB) para dar continuidade ao tratamento. Durante seu período na UTI, ele precisou receber medicações para diminuir o inchaço no crânio, já que a bala passou de forma preocupante entre o couro cabeludo e a parte óssea, próxima à orelha.

Felype Barbosa da Silva foi posteriormente preso em um hotel em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal, um dia após o crime. Segundo relatos, o suspeito não ofereceu resistência à prisão e admitiu ter descartado a arma do crime em um matagal. Com isso, a justiça busca responsabilizá-lo pelos atos cometidos naquela fatídica noite.

Testemunhas do evento relataram ter ouvido cerca de 15 tiros, revelando a violência do acontecimento. As imagens das câmeras de segurança também foram fundamentais para o entendimento dos eventos, mostrando o momento em que o atirador estava no estabelecimento momentos antes dos disparos, interagindo de forma aparentemente amigável com outras pessoas presentes.

A comoção e a indignação diante de um evento tão trágico e sem sentido abalam a comunidade local. É preciso que a justiça seja feita e que medidas de segurança sejam repensadas para evitar que situações como essa se repitam no futuro. A vida desse menino indefeso e as de todas as vítimas merecem ser respeitadas e que a lei seja rigorosamente aplicada para punir os responsáveis por esse ato covarde e brutal.

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