Uma menina de apenas 7 anos de idade foi vítima de um terrível crime neste último domingo (21) na cidade de Rio Largo, localizada na região metropolitana de Maceió. A criança foi sequestrada enquanto saía de casa com uma prima de 9 anos para comprar refrigerante. Ao ser encontrada, a vítima relatou à sua família que o homem que a levou havia tocado em suas partes íntimas. As autoridades policiais estão investigando o caso como estupro de vulnerável e, até o momento, não há informações sobre o suspeito responsável pelo crime.
A mãe da vítima compareceu à delegacia nesta segunda-feira (22) para prestar seu depoimento. Segundo seu relato, a filha foi levada por um jovem desconhecido, descrito como tendo olhos claros, que teria oferecido uma bicicleta à criança. A oferta também teria sido feita à prima mais velha, porém, esta recusou e não foi levada pelo homem.
De acordo com o relato da própria criança à sua mãe, o sequestrador a levou para um terreno baldio, onde cometeu o abuso sexual. A mãe também questionou como o homem teria tocado o bumbum da menina, e ela afirmou que foi com o órgão genital masculino.
Após o terrível ocorrido, a criança recebeu atendimento em um hospital especializado na Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) em Maceió, onde foram constatados sangramento e dores na região afetada. Ela recebeu os devidos cuidados médicos, mas felizmente não precisou ficar internada.
Horas depois do sequestro, a menina foi localizada na Cidade Universitária, em Maceió, por um casal que a encontrou andando sozinha na rua. Eles a resgataram e entraram em contato com o Conselho Tutelar, que conseguiu localizar a família da vítima.
Nesta manhã, a mãe da criança foi ouvida no Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM) de Rio Largo. O caso está sendo investigado pela delegada Teila Rocha, da Delegacia dos Crimes contra a Criança e Adolescente.
Além disso, a criança também prestou depoimento à polícia, seguindo o protocolo de assistência às vítimas, com a presença de um psicólogo para prestar o apoio necessário em casos tão delicados como este.





