Mendonça, que foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, reconheceu o direito do Senado em sua decisão, mas não deixou de manifestar sua posição sobre o tema. Em seu post, ele afirmou: “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser ministro do STF”.
Além de ressaltar as qualidades pessoais e profissionais de Messias, o ministro fez uma reflexão sobre a amizade e o apoio em momentos difíceis. Ele observou que um verdadeiro amigo é aquele que se faz presente não apenas nas celebrações, mas também nos desafios, enfatizando a importância da solidariedade em períodos adversos. Mendonça concluiu sua mensagem de apoio com palavras encorajadoras: “Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate!”
A relação entre os dois, ambos de orientação evangélica, sugere um apoio que vai além do profissional, refletindo um laço de afinidade religiosa e moral. A decisão do Senado de não confirmar a indicação de Messias provoca um debate sobre a influência política nas nomeações judiciais no Brasil e levanta questões sobre os critérios utilizados pelos senadores para aprovar ou reprovar candidaturas concernentes ao STF. Mendonça, com suas declarações, contribui para a discussão sobre a importância de representatividade e qualificação na composição do Supremo, enquanto a sociedade observa atentamente as repercussões dessa situação.
