O aumento dos preços dos medicamentos é determinado considerando diversos fatores, como a inflação, os custos atualizados de produção e a tributação ICMS. Isso faz com que o valor do aumento possa variar de estado para estado, de acordo com as particularidades de cada região. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destaca que a regulação dos preços visa proteger os consumidores de “aumentos abusivos”, ao mesmo tempo em que permite que as empresas realizem ajustes financeiros necessários.
Os aumentos permitidos para os fabricantes, distribuidores e lojistas são estabelecidos em três níveis diferentes: 5,06% para o Nível 1, 3,83% para o Nível 2 e 2,60% para o Nível 3. Esses percentuais são determinados pela CMED e devem ser seguidos pelas empresas do setor a fim de garantir a transparência e a justiça nos preços dos medicamentos.
Esse aumento nos preços dos medicamentos reflete não apenas a variação da inflação, mas também os custos de produção e a complexa tributação vigente no país. Os consumidores devem estar atentos a essas mudanças e buscar alternativas para garantir o acesso aos medicamentos necessários sem comprometer seu orçamento. É importante que as autoridades competentes fiscalizem o cumprimento dessas regulamentações para assegurar que os aumentos sejam justos e transparentes para toda a população.