Enquanto Mato Grosso celebrava sua posição de destaque, a Bahia enfrentava um cenário oposto, com a maior taxa de desemprego do país, atingindo 8,7%. Essa marca, apesar de negativa, representa uma redução significativa para o estado, que alcançou o menor índice desde o início de sua própria série histórica. Além da Bahia, outros estados também enfrentam desafios no combate ao desemprego, como Pernambuco, que manteve a mesma taxa de desocupação de 8,7%, e o Piauí, que registrou 9,3%. Esses dados ressaltam a desigualdade econômica que ainda persiste entre as diferentes regiões do Brasil.
Além de Mato Grosso, outros estados que se destacaram por suas baixas taxas de desocupação foram Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, com taxas de 2,3% e 3,0%, respectivamente. Ao todo, 20 unidades da federação conseguiram, em 2025, registrar os menores índices de desocupaçã o desde o início da série histórica, refletindo um cenário mais promissor para o mercado de trabalho em várias partes do país.
Esses resultados indicam não apenas uma recuperação econômica em algumas regiões, mas também a necessidade de políticas públicas eficazes para continuar a redução do desemprego em áreas que ainda enfrentam dificuldades. A análise desses dados pode oferecer insights valiosos para formuladores de políticas e para a sociedade em geral, no sentido de identificar as melhores práticas e áreas que necessitam de mais atenção e intervention.







