Matheus destacou a relevância de sua posição no meio-campo, a qual considera estratégica. Ele mencionou que atuar nesse setor exige não apenas habilidade, mas também responsabilidade, já que muitas jogadas ofensivas passam por ali. O jogador se comprometeu a contribuir ativamente na criação e finalização de jogadas, visando sempre a vitória do CSA.
Outro ponto abordado foi sua recente adaptação à função de “falso nove”. Matheus explicou que essa mudança em seu papel dentro de campo o fez agrupar-se mais próximo à área adversária, permitindo uma participação mais intensa nas jogadas. Ele mencionou que a troca constante de posições com companheiros como Dudu e Fabrício Bigode tem se mostrado uma estratégia eficaz para potencializar o ataque da equipe.
O meia também elogiou o desenvolvimento do setor ofensivo do CSA, atribuindo o progresso ao entrosamento e à qualidade técnica do trio de ataque. Para ele, a movimentação em conjunto dificulta a marcação por parte das defesas adversárias e amplia as oportunidades de criação de jogadas.
Refletindo sobre o histórico recente contra o ASA, Matheus lembrou da final da Copa Alagoas, na qual o CSA saiu vitorioso, mas também reconheceu que a equipe poderia ter ampliado a vantagem. Ele alertou sobre a necessidade de corrigir falhas defensivas, uma vez que a equipe sofreu dois gols naquele confronto.
Questionado sobre a dinâmica do trabalho tático, Matheus comentou sobre a jogada que resultou no primeiro gol de Fabrício Bigode em uma partida anterior. Ele reforçou que o lance foi fruto de um planejamento detalhado, que envolveu leitura de espaço e troca de posições.
Além disso, o atleta ressaltou a importância do ambiente positivo dentro do clube, que acredita refletir diretamente no desempenho em campo. Por fim, ele reiterou a necessidade de manter a competitividade e a intensidade, elementos que são essenciais para o CSA, e reafirmou que a titularidade não é garantida, sendo conquistada pelo esforço no treinamento e nas partidas.






