Matheus Cunha comenta lesão de Neymar e se diz pronto para assumir a camisa 10 na seleção brasileira durante coletiva em Teresópolis

Na manhã desta sexta-feira (29), durante uma coletiva de imprensa realizada na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), Matheus Cunha, um dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para representar a seleção brasileira, compartilhou suas impressões sobre a recente lesão de Neymar, que foi diagnosticada como sendo de grau 2. O jogador se destacou pela versatilidade e pela capacidade de atuar em diferentes funções em campo, o que pode ser crucial em um momento tão delicado para a equipe.

O atleta expressou a tristeza do grupo ao receber a notícia que afetou não apenas Neymar, mas outros companheiros como Militão, Rodrygo e Estevão, todos impossibilitados de participar da Copa devido a lesões. Cunha pontuou a importância de manter a união e o apoio mútuo entre os jogadores. “Ninguém deseja estar numa situação assim, mas fazemos questão de estarmos juntos e fortalecer o time”, destacou, deixando claro que todos estão focados na recuperação dos colegas e no objetivo maior da competição.

Cunha também reiterou um otimismo cauteloso sobre a possibilidade de Neymar retornar a tempo para ajudar a seleção no Mundial. Ele acredita que, apesar dos desafios, há sempre uma oportunidade para que o jogador se recupere e brilhe novamente em campo. O atacante enfatizou a importância de manter uma mentalidade positiva, dizendo que a lesão de Neymar poderia abrir espaço para outros jogadores brilharem.

A coletiva não deixou de abordar uma pergunta crucial: estaria Matheus Cunha preparado para usar a icônica camisa 10, que por muitos é vista como um símbolo da seleção? O jogador respondeu com humildade, afirmando que a numeração é irrelevante em comparação com a realização do sonho de vestir a amarelinha. “O que importa é a chance de representar o Brasil, independentemente do número que esteja nas costas. Isso é um sonho coletivo e individual para todos nós”, concluiu, reforçando a ideia de que a camisa da seleção carrega um peso emocional maior que qualquer número.

Ao final, com 27 anos recém-completados, Matheus Cunha se mostrou determinado a contribuir da melhor forma possível para a seleção e pronto para colaborar em um momento de transição e desafios. O clima de confiança parece prevalecer entre os jogadores, que esperam que as estrelas do time possam se reunir em campo em breve, em busca de conquistar o tão desejado título.

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