Em coletiva de imprensa após o jogo, Cunha expressou sua alegria por estar presente no torneio: “Não estar na outra Copa, imaginar que poderia ser tão maravilhoso e estar aqui, fazendo o possível para que realmente seja. Não há nada mais gratificante do que estar realizando este sonho.”
Embora tenha jogado sob a histórica camisa 9, associada aos grandes artilheiros do futebol brasileiro, Matheus não é um centroavante típico. Ele atua como um atacante mais móvel, contribuindo para a dinâmica da equipe ao criar espaço para outros jogadores. Sua titularidade em detrimento de Igor Thiago, conhecido por sua presença dentro da área, fez parte da estratégia da comissão técnica. Curiosamente, Igor foi um dos primeiros a celebrar os gols de Cunha, destacando a camaradagem entre os jogadores.
O atacante ressaltou a força do grupo: “É um grupo de amigos mesmo. E é duro ser amigo em meio a uma competitividade tão grande. A gente se une, torce genuinamente um pelo outro.” Essa união tem sido fundamental para a equipe, permitindo que os jogadores se apoiem mutuamente em meio à pressão do torneio.
O Brasil já se prepara para seu próximo desafio, que será contra a Escócia, às 19h do dia 24, em Miami. Atualmente no topo do Grupo C, a seleção brasileira busca garantir sua classificação para a segunda fase, com a certeza de que um empate será suficiente.
Cunha, que teve uma atuação decisiva, ainda não tem sua titularidade garantida para o próximo jogo. O técnico Carlo Ancelotti indicou que a escolha de Matheus foi estratégica e que mudanças no time são possíveis. Ele enfatizou a importância de ser flexível nas táticas: “Pode ser que no próximo jogo possamos mudar.” A preparação, portanto, segue intensa enquanto a seleção busca manter o bom desempenho na competição.





