A LAAD, que ocupa uma área de 24 mil metros quadrados e conta com a participação de mais de 120 marcas nacionais e internacionais, reuniu cerca de 18 mil profissionais do setor de segurança e defesa. Entre as inovações em destaque, o uso de inteligência artificial por empresas e instituições governamentais se destacou, mostrando o caminho para o futuro da segurança no Brasil.
O programa de desenvolvimento do Mansup-ER começou com um investimento de aproximadamente US$ 75 milhões (cerca de R$ 372 milhões) e envolve empresas como Avibras, Mectron e Omnisys. Em 2025, a SIATT formalizou um contrato com a Marinha para a integração do míssil nas novas fragatas da classe Tamandaré, com previsão de testes realizados em 2024. Um dos principais objetivos do projeto é alcançar a nacionalização de 95% dos componentes do míssil até o ano de 2030, apesar dos desafios impostos pela importação de microeletrônicos.
Um elemento chave para acelerar o desenvolvimento do Mansup-ER tem sido a parceria com o Grupo EDGE, dos Emirados Árabes Unidos, que adquiriu participação na SIATT em 2023. Esta colaboração não apenas visa expandir o alcance do míssil além dos 70 quilômetros da versão anterior, mas também envolve a implementação de novas tecnologias e técnicas.
Além do Mansup-ER, a LAAD 2026 trouxe uma série de outras inovações no campo da segurança. A feira apresentou robôs de reconhecimento e antiexplosivo, que oferecem segurança nas operações, neutralizando ameaças sem risco à vida dos operadores. Também foram apresentadas soluções antidrones da Atech, que utilizam sensores avançados para detectar e classificar ameaças, reforçando ainda mais a integridade das operações de segurança.
Neste cenário de inovações tecnológicas e colaborações internacionais, a Marinha do Brasil e o setor de defesa mostram-se comprometidos em modernizar e fortalecer as capacidades de segurança do país.






