Em suas palavras, Marília deixou claro que sua prioridade política não inclui uma candidatura própria e que sua estratégia permanece focada na construção de uma frente política ao centro. “Disse que não estaria disponível; minha estratégia política é outra, não era ter candidatura própria, e continuo a apoiar a estratégia anterior relacionada ao Pacheco”, comentou. Essa abordagem sugere uma disposição para colaborar com outros partidos, como o PSD e o MDB, ao invés de lançar uma candidatura individual.
Além disso, a ex-prefeita criticou a decisão do PT de considerar um candidato próprio, enfatizando a necessidade de uma “frente ampla” que poderia unir diferentes segmentos políticos e buscar viabilidade nas próximas eleições. Marília mencionou que a definição sobre o candidato ideal caberia, em última instância, à liderança do partido. Entre os nomes levantados para possível candidatura, estão os deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia, ambos do PT-MG, além de uma possível aliança com Gabriel Azevedo, do MDB, e Jarbas Soares Júnior, do PSB.
Marília também reiterou sua crítica à demora da decisão por parte de Pacheco, levantando questionamentos sobre os motivos dessa expectativa prolongada. “Não sei por que foi dado tanto tempo, não entendo as razões para essa espera”, afirmou, demonstrando sua preocupação com a gestão do tempo político na formação de alianças. Essa situação expõe as complexidades inerentes às negociações eleitorais e à dinâmica interna do PT em Minas Gerais, além de ressoar um chamado à ação e à unidade em tempos decisivos.





