Marcos Oliveira, o eterno Beiçola, internado com infecção, avalia possibilidade de cirurgia por fístula após mal-estar em hospital de Copacabana.

Marcos Oliveira, conhecido pelo papel de Beiçola na icônica série “A Grande Família”, de 2001 a 2014, enfrenta um momento delicado em sua saúde. Recentemente, o ator de 70 anos foi internado em um hospital localizado em Copacabana, Rio de Janeiro, após sentir algum mal-estar. Durante este período, ele se manifestou sobre sua condição médica e os desafios que vem enfrentando.

O problema de saúde que aflige Marcos é a presença de uma fístula na região anal, que se conecta à uretra. Segundo o artista, a condição é um legado de um procedimento anterior e faz parte da sua vida há mais de três anos. “Estou investigando de novo para ser operado, para ver se fecha”, declarou ele, enquanto busca alternativas para lidar com essa complicação e a infecção recente que se agravou.

A fístula, caracterizada pela comunicação anormal entre estruturas do corpo que deveriam ser independentes, levou o ator a uma série de exames médicos cruentos. Ele demonstra disposição e coragem, dizendo: “Não tenho medo de cirurgia. Eu só tenho medo de passar fome.” Essa fala, que mistura um toque de humor à seriedade da situação, destaca seu otimismo, mesmo em momentos de vulnerabilidade.

Durante a internação, que começou no Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, Marcos foi transferido para o Hospital São Lucas em Copacabana, onde médicos realizam uma bateria de exames para determinar se ele precisará de procedimento cirúrgico. A equipe do Retiro dos Artistas, instituição que apoia artistas idosos, confirmou a internação e ressaltou as preocupações em torno da saúde do ator.

Cida Cabral, a administradora do Retiro, enfatizou que o estado de saúde de Marcos pode ter sido impactado pela fístula, que está associada ao uso de uma bolsa de colostomia. “Estão fazendo uma série de exames nele. O problema dele é a fístula que ele tem por causa da bolsa de colostomia que ele usa”, destacou Cida, evidenciando a complexidade do quadro clínico de Marcos.

Com um espírito resiliente, o artista continua a enfrentar sua condição, mantendo-se esperançoso quanto ao futuro e à possibilidade de uma operação que possa corrigir sua fístula, permitindo-lhe retomar a normalidade em sua saúde.

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