Feliciano, consciente de que suas declarações podem gerar reações contrárias, defendeu a importância de abrir um debate sobre a utilização de verbas estatais para apoiar as festividades carnavalescas. Ele questionou a adequação desse financiamento em um contexto onde o Brasil enfrenta desafios significativos em áreas fundamentales, como saúde, educação e segurança. Para o deputado, a discussão não se resume à riqueza cultural que o Carnaval representa, mas se concentra no papel do Estado e na grande quantidade de dinheiro público investido em um evento que, segundo ele, poderia ser considerado incompatível com as demandas sociais urgentes do país.
Além disso, Feliciano sugeriu que a utilização de recursos públicos para o Carnaval deve ser revista, uma vez que há muitas outras prioridades que necessitam de atenção e investimento. Ele convocou seus colegas parlamentares a refletirem sobre o verdadeiro impacto que o financiamento dessas festividades pode ter no bem-estar da população, destacando que a conversa deve ir além da tradicional defesa do Carnaval como uma expressão cultural.
O deputado fez um apelo à responsabilidade e à consciência crítica, insistindo que, neste momento de festividades, é crucial ponderar sobre a destinação das finanças públicas e se os gastos com o Carnaval são justificados, especialmente quando confrontados com outras demandas sociais que clamam por melhor investimento e atenção.
