Durante a coletiva, Marcelinho esclareceu que não tinha nenhum tipo de relacionamento extraconjugal com Taís, e que são amigos há três anos desde que trabalhavam juntos na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Itaquaquecetuba. Ele ressaltou que apenas estava fazendo um gesto de amizade ao entregar os ingressos para o show. O ex-jogador reforçou que estava preocupado com a sua vida e a vida de Taís, e não com dinheiro, apesar de terem sido roubados cerca de R$ 40 mil via PIX.
O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, informou que seis pessoas foram conduzidas e que cinco serão autuadas em flagrante, enquanto uma será ouvida como testemunha. Segundo Dian, alguns dos suspeitos têm passagem pela polícia e devem responder por extorsão mediante sequestro. A polícia suspeita que entre 6 a 8 pessoas estavam envolvidas no sequestro, enquanto as investigações continuam para chegar a essas pessoas. O delegado-geral acredita que o homem que teria dado a coronhada em Marcelinho não está entre os detidos.
Por fim, o capitão da PM Nilander de Siqueira, do 35º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de Itaquaquecetuba, explicou que a polícia recebeu uma denúncia anônima sobre o local onde Marcelinho estava, e após buscas, encontraram o ex-jogador em um cativeiro na rua Ferraz de Vasconcelos. Siqueira detalhou que os policiais visualizaram duas mulheres e uma moto parcialmente desmontada, o que indicou que algo ilícito estava ocorrendo no local, culminando na libertação de Marcelinho.
