O segundo colocado, o etíope Yomif Kejelcha, também alcançou uma marca extraordinária, completando a prova em 1h59min41. O ugandense Jacob Kiplimo fechou o pódio, terminando a corrida em 2h00min35, um tempo que por muito tempo figurou como recorde mundial em maratonas, estabelecido anteriormente por Kelvin Kiptum em Chicago, em 2023.
No campo feminino, a etíope Tigst Assefa foi a campeã, batendo suas próprias marcas ao concluir a prova em 2h15min41, superando seu antigo tempo em dez segundos. Este resultado, além de consolidar sua habilidade e perseverança, também aguarda a confirmação oficial da World Athletics, a federação internacional de atletismo.
Assefa não foi a única a brilhar; Hellen Obiri, do Quênia, e Joyciline Jepkosgei, também queniana, completaram o pódio feminino, com tempos de 2h15min53 e 2h15min55, respectivamente. Esses resultados destacam não apenas o talento individual das atletas, mas também um momento notável para o atletismo feminino em geral.
A Maratona de Londres deste ano, portanto, não apenas estabeleceu novos padrões de desempenho, mas também ofereceu um espetáculo vibrante para os espectadores e entusiastas do esporte. Com marcas tão impressionantes alcançadas, todos os olhos agora se voltam para a oficialização desses recordes, que certamente causarão repercussão no mundo do atletismo e entre os amantes das corridas.
