De acordo com o jornal espanhol Marca, os corredores desqualificados teriam se utilizado de carros, bicicletas e até mesmo de transporte público para evitar alguns postos de controle. Com isso, eles conseguiram cortar caminho e garantir uma vantagem injusta sobre os demais competidores.
Diante dessa situação lamentável, o Instituto de Esportes da Cidade do México prontamente se pronunciou, afirmando que irá identificar todos os casos de atitudes antidesportivas durante a maratona e invalidar os tempos de inscrição desses participantes. A medida foi tomada como forma de preservar a integridade e a credibilidade da competição.
Apesar de chamar atenção pelo número expressivo, as desqualificações por trapaça na Maratona da Cidade do México não são inéditas. Em 2017, cerca de 6 mil corredores foram identificados e tiveram seus resultados invalidados por utilizarem artifícios semelhantes para encurtar o percurso.
Trata-se, portanto, de um problema que exige atenção por parte da organização do evento, que deve reforçar as medidas de segurança e fiscalização para evitar novos casos de trapaça. Além disso, é fundamental que sejam aplicadas punições severas aos infratores, a fim de desencorajar a prática de fraudes e manter a integridade da competição.
É importante destacar que a Maratona da Cidade do México é uma das principais provas de corrida de rua do país, atraindo milhares de atletas de todo o mundo. Portanto, é essencial que medidas rigorosas sejam adotadas para garantir a lisura da competição e preservar o nome do evento.
Em meio a esse escândalo, fica evidente a necessidade de estabelecer um maior controle e monitoramento dos corredores durante a maratona, a fim de evitar casos de trapaça como esses. Somente assim será possível manter a credibilidade e a excelência da competição, proporcionando um ambiente justo para todos os participantes.





