Os meteorologistas preveem que as ondas podem atingir até 3 metros de altura, uma condição que exige prudência. Em resposta a este cenário, o Corpo de Bombeiros sugere que os cidadãos mantenham uma distância segura de mirantes, costões e pedras, que são locais propensos a incidentes durante a agitação do mar. Além disso, pescadores são aconselhados a interromper suas atividades, dado que o comportamento do mar pode ser imprevisível e perigoso.
O tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz dos Bombeiros, enfatiza a importância de não subestimar a força da natureza, advertindo atletas e praticantes de esportes aquáticos a evitarem entrar no mar nos próximos dias.
O alerta anterior sobre a ressaca, que foi ativo entre o dia 31 de dezembro e 1º de janeiro, havia indicado ondas de até 2,5 metros, levando a um aumento significativo na atuação dos guarda-vidas. Desde as primeiras horas do último dia do ano, foram realizados 1.219 resgates entre os trechos das praias do Leme até São Conrado. Infelizmente, uma das operações de resgate permanece em andamento, pois um adolescente de 14 anos, que estava com sua família na Praia de Copacabana, desapareceu após ser arrastado por uma onda.
Para agravar a situação, a previsão do tempo não é otimista. Espera-se um aumento gradual da chuva e da nebulosidade ao longo do fim de semana, com uma massa de ar frio vindo da Região Sul do Brasil. O meteorologista César Soares afirma que a temperatura máxima na segunda-feira deve ficar em torno de 26°C, o que proporcionará uma sensação de frio.
Diante de todos esses fatores, a orientação é que a população fique atenta e evite atividades nas áreas costeiras, priorizando a segurança em meio a um cenário de incertezas climáticas.







