Manifestantes em Brasília Protestam Contra Ofensiva Militar dos EUA e Defendem Soberania da Venezuela em Ato Pró-Socialismo

No último sábado, 3 de janeiro, lideranças de partidos de esquerda e representantes de movimentos sociais do Distrito Federal se reuniram em um ato de protesto em frente à Embaixada da Venezuela, localizada no Setor de Embaixadas Sul, em Brasília. O evento visava manifestar oposição à recente ofensiva militar realizada pelos Estados Unidos contra o país sul-americano.

A concentração dos manifestantes ocorreu em torno do busto de Simón Bolívar, um símbolo histórico da luta pela independência na América Latina. Com microfones e caixas de som à disposição, os participantes ergueram faixas e cartazes que expressavam sua indignação, com frases contundentes como “EUA terroristas, solidariedade à Venezuela”, e “Trump, tire suas patas da Venezuela”. O manifestante aclamava ainda a defesa da soberania dos povos e alertava sobre os impactos das guerras e do capitalismo em nações vulneráveis.

Entre os grupos que marcharam durante o protesto, estavam representantes de partidos como PT, PSTU, PCO, PCdoB e PCBR, além de entidades estudantis e juvenis, como a União da Juventude Socialista (UJS), a União da Juventude Comunista (UJC) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (DCE-UnB). A união de diferentes setores da esquerda demonstrou a relevância do tema na pauta política atual.

O ato foi convocado em resposta a relatos de uma grande ação militar dos EUA contra a Venezuela, iniciada na madrugada do mesmo dia. As informações divulgadas apontavam que a ofensiva teria levado à captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, supostamente sob custódia de autoridades norte-americanas. Segundo os organizadores do ato, ambos seriam encaminhados para a Justiça em Nova York, enfrentando acusações de narcoterrorismo.

Esse evento ressaltou a crescente tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, além de demonstrar a mobilização popular contrária às intervenções externas na América Latina. O ato não apenas foi uma demonstração de solidariedade ao povo venezuelano, mas também uma reunião de vozes que clamam por um mundo onde a soberania das nações seja respeitada. A manifestação, marcada pela paixão e coesão dos participantes, sugere que a luta por justiça social continua a ser um tema central nas discussões políticas contemporâneas.

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