Em suas declarações, Malafaia expressou perplexidade diante do processo. Ele questionou a razão pela qual Moura o estaria processando, já que, segundo o pastor, ele nunca havia mencionado o ator diretamente em suas postagens. “Não estou entendendo isso aí”, declarou. Ele também enfatizou que ainda não recebeu a notificação oficial da Justiça, mas fez questão de criticar a iniciativa do ator, afirmando que se trata de uma escolha errada já que, segundo ele, as redes sociais estão repletas de críticas sobre Moura. “Ele me escolheu. Pô, vai ter que processar centenas de milhares de pessoas. Tá de brincadeira”, disparou.
O processo foi protocolado na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca e pede uma indenização de R$ 100 mil. Detalhes do caso estão em sigilo, e ainda não há uma decisão judicial definida. As acusações estão ligadas a declarações feitas por Malafaia no contexto da recente indicação de Moura ao Oscar de Melhor Ator por sua atuação em “O Agente Secreto”. Nessa ocasião, o pastor teria insinuado que o ator se beneficiou de recursos públicos para a realização do filme.
Por sua vez, Wagner Moura defende que não tem responsabilidade sobre a captação de recursos da produção, que envolveu uma coprodução internacional entre Brasil, França, Alemanha e Holanda, e teve um orçamento total de R$ 28 milhões. A questão agora toma forma de uma disputa que envolve não apenas figuras públicas, mas também uma análise sobre liberdade de expressão e os limites do debate nas redes sociais.
O público acompanha de perto a evolução deste caso, que, além de suas implicações pessoais, toca em temas mais amplos sobre responsabilidade na comunicação e o impacto das palavras na era digital.
