A proibição foi divulgada nas redes sociais da própria torcida do Cruzeiro, que compartilhou uma nota de repúdio sobre a decisão das entidades paraguaias. De acordo com o comunicado, a Associação Paraguaia de Futebol solicitou à Conmebol, juntamente com a Direção Nacional de Migrações, que os torcedores do grupo Máfia Azul fossem impedidos de viajar para o país, bem como de utilizar materiais ligados à organizada durante o jogo.
Essa medida causou indignação nos torcedores, que se sentiram desrespeitados e prejudicados pela proibição repentina. A falta de diálogo e transparência por parte das autoridades paraguaias foi evidenciada, já que não houve qualquer aviso prévio sobre a decisão de vetar a presença da torcida do Cruzeiro na final da Sul-Americana.
Os cruzeirenses se mostraram surpresos e exigiram uma reavaliação imediata da proibição por parte da CONMEBOL e da Federação Paraguaia de Futebol. Eles enfatizaram a importância da presença da Máfia Azul no jogo decisivo, ressaltando a tradição e a paixão que a torcida sempre demonstrou pelo time.
A final da Sul-Americana entre Cruzeiro e Racing Club promete ser emocionante, e a ausência da Máfia Azul nas arquibancadas certamente será sentida. A torcida cruzeirense segue firme na expectativa de poder apoiar o time de coração, mesmo diante dos obstáculos impostos pelas autoridades paraguaias. A festa do futebol, que deveria ser plena e democrática, sofreu um revés com a decisão de proibir a presença dos torcedores do Cruzeiro na grande final.





