O caso ganhou notoriedade em 24 de janeiro durante uma operação policial, onde o homem, que trabalha como empresário, foi surpreendido nu no quarto com a menor, que se encontrava em estado de choque. Este episódio desencadeou uma investigação que revelou um esquema alarmante de exploração sexual e tortura.
Segundo apurações, a mãe da menina não só coagia a filha a se prostituir como também aplicava anestésicos nas partes íntimas da adolescente para atenuar a dor causada pelos abusos. Além disso, a vítima era submetida a agressões físicas e ameaças de morte frequentes, criando um ambiente de terror que a impedia de buscar ajuda.
A resistência da jovem em se manifestar sobre a situação foi quebrada quando decidiu entregar uma carta de socorro a uma colega de escola. Esse ato de coragem foi fundamental para que a Polícia Civil tomasse ciência do caso e iniciasse as ações necessárias para garantir a segurança da menina.
Com as evidências reunidas, o inquérito resultou no indiciamento do empresário por estupro de vulnerável, além do indiciamento da mãe por favorecimento à prostituição de vulnerável. O delegado que liderou as investigações ressaltou a gravidade da situação, enfatizando a importância da rápida intervenção policial para proteger a integridade da criança e interromper o ciclo de violência cometido contra ela.
Esse caso trágico serve como um alerta para a sociedade e para as autoridades, destacando a necessidade de vigilância e ação contundente contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Com o inquérito já concluído, o processo agora segue para a Justiça, onde os responsáveis serão responsabilizados pelos crimes cometidos. A ação da Polícia Civil exemplifica o compromisso em combater delitos dessa natureza com rigor e diligência.







