Segundo relatos, Gustavo provou que não era pai e questionou a razão de sua detenção, no entanto, acabou sendo encarcerado mesmo assim. A mãe do jovem contratou um advogado, Marco Barbosa, que constatou que o processo teve início em São Paulo, com o mandado de prisão vindo de Minas Gerais. A família e a defesa ainda buscam entender essa dinâmica.
Durante a audiência de custódia, no dia seguinte à sua prisão, Gustavo foi solto, porém teve que aguardar algumas horas para que a Justiça de MG emitisse o alvará de soltura. Jane Santana relatou que não estava em casa no momento da prisão do filho e só ficou sabendo do ocorrido por meio de uma vizinha. Ela descreveu a situação como “muito difícil” e ressaltou que a família está em busca de explicações para o caso e pretende buscar indenização por danos morais.
Gustavo Lopes compartilhou que foi detido por volta de 30 horas e dividida a cela com outros 22 detentos. Como vendedor de acessórios para celular em uma feira de Taguatinga, ele reforçou que não tinha motivo para estar preso, pois não tinha filhos. O advogado da família, Marco Barbosa, destacou que o processo que levou à prisão injusta teve origem em São Paulo, oito anos atrás, sem qualquer relação com Gustavo.
A família pretende buscar justiça e compreender as razões que levaram à prisão do jovem em Brasília. O advogado seguirá investigando o caso para identificar possíveis fraudes ou erros no sistema legal, enquanto auxilia a família na busca por indenização pelos danos morais causados pela situação. A mãe de Gustavo lamentou o ocorrido e ressaltou a importância de se esclarecer e reparar os danos sofridos pela família.







