O chefe especial da Vigilância Sanitária, Airton Santos, destacou que a situação é uma ameaça à saúde pública e ao meio ambiente. Ele enfatizou que o Ministério Público Estadual solicitou a operação após receber denúncias sobre o descarte inadequado de dejetos animais que estavam poluindo a lagoa local, aumentando o risco de contaminação da água e a propagação de doenças.
Essa ação conjunta contou com a participação da Vigilância Sanitária de Maceió, da Unidade de Vigilância de Zoonoses, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maceió, da Delegacia de Crimes Ambientais da Polícia Civil e da Guarda Civil Municipal.
Os responsáveis pelas pocilgas receberam orientações para se adequarem às normas sanitárias definidas pela Lei Municipal nº 5.312, que regula a questão dos riscos sanitários na cidade. Foi estipulado um prazo de 10 dias para que as correções sejam feitas. Caso contrário, poderão ser aplicadas multas que variam entre R$ 180,00 e R$ 138 mil.
Cidadãos que desejem denunciar práticas inadequadas que ameaçam a saúde pública podem entrar em contato com a Vigilância Sanitária de Maceió. As denúncias são recebidas pelo telefone (82) 3312-5496, de segunda a sexta, das 7h às 13h, ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, disponível 24 horas. As informações são tratadas com confidencialidade, garantindo o anonimato dos denunciantes.






