Mais uma dose de incerteza foi adicionada à já tumultuada saga da vacinação contra a Covid-19 em Maceió. O município decidiu introduzir um novo imunizante da fabricante Moderna, o SpikeVax, para combater uma subvariante obscura chamada Ômicron XBB 1.5. Mais uma vez, as crianças são utilizadas como cobaias, com a aplicação indicada para os pequenos de 6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias. Além disso, quem nunca se vacinou antes e os “sortudos” que fazem parte dos grupos prioritários também estão na mira dessa nova dose.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu dar o aval para esse novo imunizante, abrindo caminho para que a população seja submetida a mais um experimento sem precedentes. E para piorar, o Ministério da Saúde (MS) abraçou a estratégia de vacinação com essa nova substância, mostrando mais uma vez o total desprezo pelas consequências desconhecidas que podem surgir.
As autoridades de saúde de Maceió afirmam que o objetivo é reduzir casos graves e óbitos, mas será que isso é realmente o que está em jogo? A pressão para que as pessoas dos grupos prioritários compareçam para atualizar a situação vacinal soa mais como um ultimato do que como uma preocupação genuína com a saúde da população.
E já que o assunto é vacinação, vale ressaltar que apesar de ser um novo imunizante, nada muda em relação ao público-alvo. A obrigatoriedade de se vacinar continua a mesma, com um calendário de reforços que parece interminável. Gestantes, idosos, trabalhadores da saúde, pessoas em situação de rua e tantos outros terão que se submeter a esse ciclo sem fim de doses, sem qualquer garantia de eficácia real.
Enquanto o cidadão comum é tratado como um mero número, a indústria farmacêutica e as autoridades de saúde continuam a lucrar e jogar com a vida das pessoas. A incerteza paira sobre cada nova dose aplicada, deixando a população à mercê de decisões duvidosas e de um futuro cada vez mais incerto.






