Esta iniciativa visa mapear e fortalecer essas cozinhas, promovendo um espaço de diálogo e suporte técnico. Além disso, serão oferecidos cursos e capacitações sobre produção, consumo e distribuição de alimentos. O objetivo é integrar e potencializar políticas públicas de Segurança Alimentar e Nutricional na capital alagoana.
Para efetuar o cadastro, as cozinhas devem ser entidades privadas sem fins lucrativos. É necessário preencher um formulário específico e apresentar documentação que inclui um documento oficial com foto do representante legal, comprovação de CNPJ ativo, além de um relatório que mostre o funcionamento da cozinha por pelo menos seis meses. Esse relatório deve detalhar os dias de funcionamento, o público atendido e a quantidade de refeições fornecidas mensalmente.
Adicionalmente, as cozinhas precisam estar registradas na plataforma oficial do Ministério do Desenvolvimento Social, com o status de “Em funcionamento” até a data de cadastramento. Esta ação da secretaria se insere em um contexto mais amplo de apoio à segurança alimentar e incentivo a práticas sustentáveis na distribuição de alimentos para a população mais vulnerável de Maceió.
