Maceió Recebe R$ 15,4 Milhões do FPM e se Destaca como Principal Receptora em Alagoas, Enquanto Arapiraca Fica com R$ 3,6 Milhões.

Nesta sexta-feira, 10 de julho, a Prefeitura de Maceió receberá um repasse de aproximadamente R$ 15,4 milhões referente ao primeiro decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Com esse montante, a capital alagoana se destaca como a principal beneficiária dos recursos do fundo em seu estado, reafirmando sua posição de liderança em recebimentos financeiros federais.

No segundo lugar em termos de repasse está Arapiraca, o segundo maior município de Alagoas, que contará com R$ 3,6 milhões nesta mesma etapa de transferências. Esses valores foram divulgados por um portal especializado em monitoramento de dados financeiros e mostram o detalhamento da distribuição do primeiro lote mensal deste fundamental imposto que é repassado pela União às prefeituras.

O cenário financeiro é promissor em nível nacional, com o governo federal injetando R$ 3,9 bilhões nos cofres municipais brasileiros nesta sexta-feira. Esse total representa um crescimento nominal de cerca de 18% em relação ao mesmo período de 2022, quando o primeiro decêndio de julho registrou um valor de R$ 3,22 bilhões. Entre os estados, São Paulo e Minas Gerais figuram como os principais recebedores, com R$ 488 milhões e R$ 485,2 milhões, respectivamente, nesta primeira cota do mês.

Entretanto, apesar do crescimento acentuado observado no primeiro semestre do ano, especialistas em orçamento público alertam os gestores municipais sobre a necessidade de cautela. Eles recomendam que os prefeitos realizem um planejamento criterioso das despesas e da execução fiscal, a fim de evitar surpresas financeiras que possam comprometer a saúde orçamentária de suas administrações.

O Fundo de Participação dos Municípios é uma importante transferência constitucional que se sustenta por meio de parcelas da arrecadação federal, que incluem o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição dos recursos é normatizada pelo Tribunal de Contas da União, que utiliza coeficientes individuais baseados na população de cada município, assegurando que a divisão dos valores seja justa e proporcional.

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