A ideia surgiu de uma conversa casual: um aluno de 8 anos quis saber se o professor tinha um álbum de figurinhas da Copa. A impossibilidade financeira do menino de adquirir um desses álbuns sensibilizou Carlos, que então concebeu uma versão customizada. Com a ajuda da Inteligência Artificial, cada estudante virou uma figurinha, aparecendo ao lado de astros da Seleção Brasileira, como Neymar e Vinícius Júnior.
Para garantir a participação de toda a turma, foram arrecadadas doações que resultaram na entrega de 32 camisas da Seleção Brasileira. Dessa forma, cada criança pôde se sentir parte da experiência.
Durante a apresentação do projeto, a empolgação era visível. Alunas como Maria Luiza e Agatha Vitória expressaram entusiasmo tanto com as camisas quanto com as figurinhas. Para Carlos, a intenção ia além do futebol: queria que cada criança se visse valorizada e parte desse momento. O álbum foi apenas o início de uma série de atividades que incluíram pintura de bandeiras, leitura, escrita, contação de histórias sobre a Copa e uma introdução lúdica a outros países participantes.
O impacto do projeto foi mais longe do que se imaginava. A diretora Mariluce Melo destacou como o projeto conectou o dia a dia das famílias com o aprendizado na escola. Já a vice-diretora Ana Mônica Costa Martins enfatizou a inclusão, especialmente para os sete alunos neurodivergentes, para quem a iniciativa significou maior engajamento e participação.
O projeto destacou-se como um exemplo de como a educação, quando alinhada à criatividade e empatia, pode realmente fazer a diferença. Mais do que um simples álbum de figurinhas, a proposta reforçou a autoestima e o sentimento de pertencer desses jovens, provando que a verdadeira aprendizagem se faz com inovação e coração.
