Durante o período, de 53 mil empregos criados em Alagoas, mais de 32 mil estavam em Maceió, alavancados pelo setor da Construção Civil. Segundo o economista Arnóbio Cavalcanti, da Universidade Federal de Alagoas, o desempenho econômico está atrelado aos investimentos públicos em infraestrutura, que absorvem grande massa de trabalhadores.
Os conjuntos habitacionais nos bairros do Benedito Bentes, Santos Dumont, Santa Amélia e Vergel do Lago são exemplos de empreendimentos que demandaram intensa mão de obra, somando 6.760 moradias e beneficiando mais de 20 mil pessoas. Projetos de mobilidade, como a Rota do Mar e a Linha Verde, também impulsionam o desenvolvimento, com aportes significativos de recursos financeiros.
No coração da cidade, o Complexo Administrativo em construção promete não apenas centralizar a gestão municipal, mas também está entre as obras que mais empregam, gerando 200 empregos diretos. O prefeito Rodrigo Cunha sublinha a importância da política de investimentos, que mescla urbanização com oportunidades de trabalho.
Além das obras de grande porte, Maceió se beneficia de projetos menores, como a construção de creches e parques, que também geram empregos e valorizam as comunidades locais. Essa combinação de ações públicas não apenas sustenta o mercado formal de trabalho, mas também fortalece o turismo, atraindo visitantes e impulsionando os setores hoteleiros e gastronômicos.
O modelo adotado pela cidade foca em quatro pilares essenciais: saúde, educação, mobilidade e turismo. Como resultado, Maceió torna-se um destino cada vez mais cobiçado e uma fonte de inspiração para o desenvolvimento urbano em outras regiões do Brasil.






