O concurso, que busca fomentar a escrita criativa e fortalecer os laços institucionais e comunitários, teve suas obras avaliadas por uma comissão julgadora. Os critérios de avaliação incluíram originalidade, criatividade, coesão e pertinência temática, garantindo um julgamento criterioso e justo.
Juliana Maia, técnica de Atenção Psicossocial da SMS, destacou o impacto positivo do concurso, parabenizando todos os participantes, incluindo estudantes, usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), trabalhadores do SUS e a comunidade em geral. Ela ressaltou a importância de celebrar a lógica antimanicomial e o cuidado em liberdade através da poesia.
Os vencedores foram anunciados em diferentes categorias: na categoria Estudante, Jussimara Lima da Silva levou o primeiro lugar com “O direito ao próprio nome”. Na categoria Trabalhador(a) do SUS, Eduardo Henrique Magalhães dos Santos foi premiado pela obra “Insanidade”. Maria Aparecida Conselheiro se destacou entre os Usuários(as) do RAPS com “Na Crise da Mente”. Na Comunidade em geral, Zélia Lino de Moraes conquistou o primeiro lugar com “Quando a Loucura Aprendeu a Falar”.
Para reconhecer o esforço e talento dos participantes, todos os inscritos receberão certificados online de participação. Os autores que se destacaram em suas categorias também receberão certificados especiais, enviados diretamente via e-mail.
A iniciativa não só celebrou a expressão artística como também reforçou a importância do cuidado em liberdade, promovendo uma visão mais humanizada e inclusiva da saúde mental.





