Luana Melo, coordenadora de Atenção Primária, ressalta a importância dessas capacitações. As atividades envolvem profissionais das Equipes de Saúde da Família, equipes administrativas e gerentes das Unidades de Saúde, discutindo diversidade sexual e de gênero, direitos LGBT+, acolhimento humanizado e o uso do nome social. O intuito é enfrentar preconceitos e barreiras institucionais, promovendo um ambiente de cuidado mais inclusivo e respeitoso.
Essa ação responde a uma demanda crescente do Ministério da Saúde para fortalecer a atenção à saúde do público LGBT+, em conformidade com as diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral LGBT+. A capacitação dos profissionais é essencial para garantir acesso universal e integral, sem discriminação, promovendo dignidade e direitos fundamentais.
Noah Luís Lourenço, técnico e nutricionista da Atenção Primária, responsável por ministrar o letramento, destaca a relação entre os desafios de saúde, condições socioeconômicas e sanitárias. Ele ressalta a necessidade do envolvimento ativo para expandir o acesso aos serviços de saúde.
Essas ações são fundamentais para vencer obstáculos, assegurando que a população LGBT+ receba cuidados adequados e respeitosos, contribuindo para uma sociedade mais igualitária e inclusiva.





