A operação de coleta, administrada pela Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb), não se limita apenas à remoção de resíduos. Ela se estende ao tratamento correto do lixo e à reabilitação de áreas degradadas no município. A cidade alberga cerca de 343 mil domicílios, dos quais aproximadamente 335 mil são servidos por esse serviço essencial.
Comparativamente, o índice de cobertura de Maceió supera a média nacional de 91,7%, bem como a média nordestina de 83,8%. Segundo o diretor-presidente da Alurb, Moacir Teófilo, embora a prestação dos serviços tenha evoluído, o descarte irregular por parte da população persiste como um problema.
Um ponto de destaque é a coleta seletiva, que cresceu 119% entre 2021 e 2025, atendendo agora 50 mil residências. Para locais sem serviço “porta a porta”, há 32 Pontos de Entrega Voluntária disponíveis. Além disso, a coleta de volumosos, como móveis e eletrodomésticos, é feita de forma gratuita, orientando a população sobre o descarte adequado.
As iniciativas vão além da simples coleta, incluindo projetos como o Ecoboat, Ecobarreiras e a limpeza de canais e galerias, com o objetivo de mitigar danos ambientais e urbanos. No entanto, desafios permanecem, como o vandalismo, que afetou uma das Ecobarreiras nas primeiras semanas de operação.
A Prefeitura reforça a necessidade de responsabilidade compartilhada, oferecendo várias soluções para o descarte correto e a preservação ambiental. Moacir Teófilo enfatiza que, além de prevenir doenças, o descarte adequado é vital para manter o equilíbrio ecológico da região.
Essas ações, fundamentais para o bem-estar da população, destacam-se como um modelo eficiente de gestão de resíduos, tornando Maceió uma referência em sustentabilidade urbana.





