Nos dias 2 e 3 de junho, a Vila Olímpica Cambona se transformará em palco para centenas de estudantes provenientes de 25 unidades educacionais. Eles apresentarão ao público um espetáculo vibrante com quadrilhas, coco de roda, dança da fita e outras manifestações, promovendo um verdadeiro intercâmbio cultural e educacional. O evento é parte de um esforço contínuo do Programa Tempo Integral, que colabora com institutos parceiros para enriquecer a formação dos alunos.
João Folha, secretário de Educação de Maceió, enfatiza que o festival não é apenas uma festa cultural, mas uma celebração das raízes e da identidade nordestina. “Cada apresentação simboliza dedicação e pertencimento cultural”, afirma, convidando a sociedade a prestigiar o evento.
Para os estudantes, como a animada Ana Sofia, a participação representa um sonho realizado. “Estou tendo a oportunidade de dançar, o que é incrível para mim”, relata. Essa experiência transforma a perspectiva educacional ao oferecer um espaço para desenvolver talentos além do currículo acadêmico.
Rodrigo Pedrosa de Freitas, professor responsável pelas aulas de coco de roda e outras atividades culturais na Escola João Sampaio, observa a magia da cultura transformando o cotidiano escolar. “A musicalidade e o ritmo contagiam as crianças, criando um ambiente de emoção e diversão”, comenta.
Adriana Firmino, diretora-geral da escola, reforça a importância do fortalecimento das raízes culturais locais. Já Tércio Smith, coordenador de Ação Cultural da Semed, vê o festival como uma ferramenta vital para a formação cidadã, ancorada no reconhecimento e valorização das manifestações culturais.
O festival, portanto, não só reafirma o compromisso de Maceió com suas tradições, como fortalece a conexão dos alunos com o passado cultural, essencial para a construção de uma identidade comunitária sólida.
