Entre as expositoras, Dona Maria José se destaca com sua técnica de filé, um estilo tradicional de artesanato em Alagoas que ela pratica há duas décadas. Maria José vê em seu trabalho mais que um empreendimento, mas uma maneira de se expressar e transmitir seu legado cultural. “Ensinar o filé é uma forma de garantir que essa arte não seja esquecida”, afirma. Participando novamente do evento, ela espera não apenas aumentar seus lucros, mas também obter maior visibilidade para seu negócio.
Outra participante é Selma Taveiros, que encontrou na produção artesanal de sabonetes e velas uma saída durante a pandemia. Seus produtos, feitos à mão, refletem sua criatividade e a qualidade dos materiais usados. Esta é a primeira vez que Taveiros participa da feira, e suas expectativas giram em torno de conquistar mais clientes e maior visibilidade.
A escolha de realizar a feira no Parque Osman Loureiro visa engajar a comunidade local e oferecer opções de lazer, segundo Mariana Alves, coordenadora da Mulher da Semuc. Ao promover esse evento, a secretaria busca não apenas aumentar a visibilidade das empreendedoras, mas também dinamizar o uso dos espaços públicos em Maceió através de iniciativas que beneficiam a população.






