Foram contabilizadas 11 árvores atingidas sem a devida autorização do órgão responsável, o que configura crime ambiental. Além disso, a Equatorial foi notificada pelo não recolhimento dos resíduos gerados durante o serviço, deixando galhos e materiais obstruindo as calçadas, gerando transtornos aos pedestres.
Karine Gabriela, diretora de arborização urbana da Alurb, enfatizou a necessidade de critérios técnicos e licença prévia para qualquer intervenção em árvores, sejam elas em áreas públicas ou privadas. “O procedimento legal deve ser seguido para preservar o meio ambiente e evitar prejuízos ao equilíbrio ambiental e à população”, destacou.
Rosivan Mendes, coordenador de Arborização Urbana, também expressou descontentamento com a situação testemunhada pelas equipes. “Encontramos não apenas intervenções irregulares nas árvores, mas resíduos deixados nas calçadas, complicando o trânsito de pedestres e impactando negativamente moradores e comerciantes locais. Essas ações são inaceitáveis”, afirmou.
A Alurb sublinhou que intervenções urbanas em áreas verdes devem contar com acompanhamento técnico e aprovação do município para evitar danos ambientais e assegurar a segurança dos cidadãos. A autarquia reforçou seu compromisso de aplicar fiscalizações rigorosas para garantir a sustentabilidade e a ordem pública.
