A decisão foi embasada por uma consultoria externa especializada, que, juntamente com a equipe de engenharia do DMTT, conduziu uma série de avaliações técnicas. O resultado dessas análises evidenciou a inviabilidade da intervenção, destacando a necessidade de retornar à configuração viária anterior. No entanto, esse retorno está sujeito às condições climáticas, já que a implantação da sinalização asfáltica depende de tempo estável.
Esta ação do DMTT reflete seu compromisso com uma gestão efetiva e adaptativa da mobilidade urbana. A metodologia adotada pelo órgão prevê ajustes contínuos nas intervenções viárias, baseando-se em resultados observados na prática. Assim, a prioridade se mantém na segurança viária, fluidez no trânsito e qualidade no serviço à população.
Durante o processo de reversão, agentes de fiscalização estarão presentes na área para assegurar a organização do tráfego e a segurança dos pedestres e motoristas. Até que todas as alterações sejam finalizadas, a presença desses agentes é crucial para minimizar riscos e garantir a efetividade das mudanças.






