Reunindo uma equipe multidisciplinar, a missão contou com o geógrafo Antônio Rodrigues, o engenheiro agrimensor Gabriel Rosemberg, e o agente de redução de risco, Pedro Neto, da Defesa Civil de Maceió. Esses profissionais trabalharam em conjunto com técnicos locais e a Defesa Civil Nacional, demonstrando a importância da colaboração interinstitucional em situações de emergência.
Uma das tecnologias empregadas nessa operação foi o sensor LiDAR, ferramenta de ponta que permite a realização de escaneamentos tridimensionais precisos do relevo. Esta tecnologia foi crucial para criar modelos digitais do terreno, essenciais para análises mais profundas em áreas de risco, muitas das quais estavam interditadas devido à instabilidade e perigos iminentes.
Antônio Rodrigues, geógrafo da equipe, sublinhou a importância de uma resposta coordenada entre os diferentes órgãos governamentais em tempos de crise. “A rapidez e a integração das ações de Defesa Civil nas diversas esferas são vitais para a eficácia das respostas emergenciais e para iniciar o processo de reconstrução”, enfatizou.
O uso do sensor LiDAR representa um avanço significativo para a Defesa Civil de Maceió, aprimorando a capacidade de realizar levantamentos precisos em áreas desafiadoras. Dominar essa tecnologia não só fortalece o elenco técnico da instituição, mas também melhora a qualidade do planejamento e execução de intervenções em cenários de desastre, assegurando medidas mais precisas e eficazes.
