Dentre as propriedades visitadas, 704 passaram por uma vistoria minuciosa. Profissionais especializados realizaram análises detalhadas para identificar patologias estruturais potenciais, buscando por fissuras, rachaduras e outros indícios que possam estar associados ao fenômeno de subsidência ligado à atividade de mineração na região.
No decorrer das visitas, um desafio significativo se apresentou: 1.217 imóveis estavam desocupados, impossibilitando a inspeção naquele momento. Além disso, em 295 casos, os moradores optaram por não autorizar a entrada das equipes, o que também dificultou a coleta de dados.
Essas vistorias são parte integral de um monitoramento contínuo conduzido pelo Comitê, que busca compreender o comportamento do solo nas áreas afetadas. O trabalho visa determinar se há progressão, estabilização ou regressão do afundamento em curso. Com a periodicidade das ações, informações técnicas essenciais são coletadas para que estudos aprofundados e relatórios detalhados possam ser elaborados.
A expectativa é que, com a conclusão das análises, um relatório final seja disponibilizado ao público no final de julho, oferecendo esclarecimentos sobre a situação e orientando novas ações de mitigação e segurança para os moradores da região.






