Esta planta aquática se espalha rapidamente, criando grandes áreas de vegetação que não apenas dificultam a navegação, mas também interferem no ecossistema da lagoa. A barreira vegetal impede a passagem da luz solar, prejudicando a oxigenação da água e alterando o equilíbrio do ambiente aquático. Isso afeta a biodiversidade local e consequentemente prejudica a população que depende da pesca.
Para combater a situação, a Alurb está empregando embarcações conhecidas como Ecoboats, que realizam a remoção mecanizada das baronesas. Em áreas de difícil acesso, equipes de garis estão mobilizadas para fazer a coleta manualmente. Esta iniciativa visa não apenas melhorar as condições para os pescadores, mas também proteger um importante cartão-postal de Maceió.
Kedyna Tavares, diretora executiva da Alurb, ressaltou a importância dessas ações para preservar a Lagoa Mundaú e suas funções ecológicas e econômicas. Além disso, a autarquia se comprometeu a manter um monitoramento contínuo da região, principalmente em épocas de maior crescimento das plantas, para evitar que o problema se repita com a mesma intensidade.
O esforço conjunto busca assegurar um ambiente mais equilibrado e navegável, preservando a saúde aquática da lagoa e beneficiando as comunidades que dela dependem. A população local e visitantes esperam que tais ações sejam suficientes para restaurar o ambiente da Lagoa Mundaú, permitindo que tanto a natureza quanto a economia local prosperem novamente.





