Após o resgate, o macaco foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Maceió, onde recebe os cuidados necessários para sua recuperação e possível reintegração à natureza. No mesmo local onde o macaco foi encontrado, também foi resgatada uma jandaia-verdadeira, ave cuja manutenção em cativeiro é proibida.
No Cetas, em parceria com o Ibama, o macaco foi avaliado, recebeu polivitamínicos e uma dieta rica em frutas e folhas para recuperar peso e saúde antes de ser devolvido à natureza. O IMA emitiu dois autos de infração e um termo de apreensão, dando prazo para que os responsáveis apresentem defesa.
O flagrante ocorreu após denúncia anônima e o homem responsável por manter o macaco acorrentado e a ave engaiolada foi autuado e responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) emitido pelo Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). O resgate e o cuidado com esses animais são importantes para a preservação da fauna local e a conscientização sobre a proteção ambiental. O trabalho conjunto de órgãos como o IMA e a FPI do Rio São Francisco é fundamental para combater práticas que colocam em risco a biodiversidade da região.







