No primeiro cenário analisado, Lula, representando o Partido dos Trabalhadores (PT), alcançou 45,9% das intenções de voto, contra 40,1% de Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. Outros candidatos, como Renan Santos (Missão) alcançaram 4,4%, Ronaldo Caiado (PSD-GO) 3,7%, Romeu Zema (Novo-MG) 3,1% e Aldo Rebelo (Democracia Cristã) apenas 0,6%.
Em cenários alternativos, Lula continua a se manter em posição vantajosa. Em um dos modelos, com Eduardo Leite (PSDB-RS) substituindo Caiado, o atual presidente registrou 45,5% contra 42,4% de Flávio. Outro cenário apresenta Lula com 45,7% em comparação aos 40,6% de Flávio, incluindo Ratinho Jr. (PSD-PR), Zema e Rebelo. Quando Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) entra na disputa em vez de Flávio, Lula amplia sua liderança, obtendo 45,6% contra 33,3%.
Um dado interessante da pesquisa é a situação em que Lula não participa. Flávio Bolsonaro lidera com 40,1%, seguido por Fernando Haddad (PT-SP) com 37,6%. Nestes cenários, Flávio e outros candidatos ficam distantes do percentual necessário para competir com Lula.
Entretanto, em um eventual segundo turno, a dinâmica muda. Flávio Bolsonaro aparece com 47,6% das intenções contra 46,6% de Lula, uma representação da volatilidade nas preferências eleitorais. Além disso, Jair Bolsonaro, que não pode concorrer, também supera Lula em um segundo turno, alcançando 47,4%.
Com relação ao desempenho contra outros candidatos, Flávio venceria Lula em confrontos com a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas, enquanto Lula apresentava percentuais próximos em ambos os casos.
A pesquisa indica que, enquanto Lula mantém uma vantagem clara no contexto do primeiro turno, os cenários eleitorais são significativamente mais complicados quando se considera um segundo turno, refletindo a dinâmica política diversificada e as incertezas inerentes ao processo eleitoral brasileiro.






