O presidente expressou seu desejo de que seu mandato seja lembrado por melhorias significativas nas condições de vida dos brasileiros. Para Lula, a dignidade no viver, no comer e no trabalhar deve ser uma prioridade, refletindo seu compromisso com a justiça social. Ele ressaltou que, além de promover melhores condições de vida, seu legado também deve incluir o fortalecimento da democracia e do multilateralismo. Estas, segundo ele, são essências de uma administração que se preocupa não apenas com os desafios internos, mas também com o papel do Brasil no cenário internacional.
Ao se referir ao clima político atual, Lula abordou sua estratégia de evitar confrontos diretos, preferindo o diálogo como principal ferramenta para o progresso do país. Esse posicionamento indica uma disposição em buscar consensos e evitar a polarização política, característica marcante da atualidade. Ele afirmou que, para isso, o governo deve não apenas realizar pesquisas, mas também formular questões que sejam pertinentes e estratégicas, preparando-se para o processo eleitoral de forma responsável. Lula acredita que o engajamento no debate político deve ocorrer nos momentos certos, sugerindo uma abordagem calculada e cuidadosa em relação à comunicação com a sociedade.
Dessa forma, Lula se posiciona como um líder que busca unificar e dialogar em vez de dividir, ressaltando a importância de uma nação que respeita a diversidade de opiniões e promove a construção de um futuro mais justo e igualitário. Essa visão pode ser um diferencial em um cenário onde a polarização e a desinformação se tornaram recorrentes.






