Lula enfatizou a importância de um comprometimento ativo do setor privado, ressaltando que é crucial que as vozes favoráveis ao acordo superem as objeções, especialmente na Europa. O presidente destacou que o momento é decisivo para garantir que o acordo não se restrinja a uma vigência temporária, mas se consolide como uma ferramenta essencial para maximizar os benefícios para trabalhadores, empresas e consumidores. Ele pontuou que o cenário internacional atual é repleto de incertezas, o que torna ainda mais vital a implementação do pacto.
O evento, realizado na Feira de Hannover, a maior de tecnologia e inovação industrial do mundo, contou com o Brasil como país parceiro. Neste contexto, o acordo é visto como o maior já firmado entre blocos econômicos, promovendo a criação de uma zona de livre comércio que permitirá uma significativa redução ou até eliminação de tarifas para uma variedade de produtos entre países da Europa e da América do Sul.
Além das declarações de Lula, o chanceler alemão, Friedrich Merz, manifestou entusiasmo com o início da vigência do acordo, prevendo a formação de um dos maiores mercados consumidores do planeta, ao atingir mais de 700 milhões de indivíduos. Durante a abertura da feira, o presidente brasileiro também reforçou a ideia de que a parceria será propulsora de aumento no comércio, investimentos e geração de empregos.
Lula finalizou sua declaração exortando à importância dessa união econômica, que possibilitará uma integração produtiva mais robusta e, consequentemente, fortalecerá a estabilidade das cadeias de suprimentos. Com a data de 1º de maio se aproximando, as expectativas para o impacto positivo do acordo nos dois continentes aumentam, alimentando esperanças de um futuro comercial mais promissor e interligado.
