Realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, a pesquisa ouviu 2.002 eleitores e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Nos primeiros turnos avaliados, Lula demonstra uma expressiva variação nas intenções de voto, girando entre 35% e 40%. Em contrapartida, os principais concorrentes, como Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, e Tarcísio de Freitas, do Republicanos de São Paulo, ficam atrás em números consideravelmente inferiores.
Essa tendência se mantém também nos pontos de vista sobre um eventual segundo turno. O atual presidente não apenas se destaca nas primeiras etapas da corrida eleitoral, mas também se mostra capaz de vencer todos os adversários que foram considerados na pesquisa. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00835/2026, evidenciando a seriedade e a legitimidade do estudo.
À medida que o cenário político avança e novos candidatos podem surgir, é fundamental acompanhar a evolução das intenções de voto, que podem ser influenciadas por inúmeros fatores, como a condução do governo, a situação econômica do país e questões sociais que afetam a população.
Com a experiência e o histórico político de Lula, sua posição atual evidencia a percepção de parte significativa do eleitorado. Essa trajetória antecipada para as eleições de 2026 revela não apenas a liderança do petista, mas também as dinâmicas que moldarão a disputa política nos próximos anos. Nesse contexto, cabe questionar como os possíveis adversários se prepararão para enfrentar Lula, e quais estratégias poderão ser adotadas para angariar o apoio da população, que, por ora, parece inclinada a confiar em sua proposta de governo.







